Lendas do continente de Azargan: A era dos Deuses parte 1 e 2.

Parte 1

No começo não existia nada, então uma grande explosão originou o Primeiro, uma entidade com poder e sabedoria infinitos. Dizem as lendas antigas, que ele se sentiu sozinho e em sua sabedoria, entendia que tudo que ele cria-se, de seu poder, não seria igual a ele. Assim sendo o Primeiro resolveu criar outro, um realmente igual em poder e sabedoria. Dividindo-se em duas novas entidades cada qual com metade do poder e sabedoria, assim nasceram a Luz e a Escuridão. Estas duas forças reinaram juntas em uma época que o tempo ainda não existia. Os escritos antigos contam que a divisão do Primeiro, nas duas entidades, Luz e Escuridão, é que deu origem a tudo.

Todas as rochas, estrelas, mares, terra, lua, sol e o céu teriam sido formados pelos pedaços de poder que se desprenderam do Primeiro quando este se dividiu. O tempo ainda não era algo mensurável para eles, mas um efeito inesperado do poder do primeiro começou a gerar a vida, plantas e animais começaram a surgir. Mas a força vital deles era pequena demais e sua existência não era duradoura. Assim, a Luz e a Escuridão proclamaram sua divindade e cuidaram do mundo onde todas as outras coisas vivas tinham em si uma chama de poder que se apagava com o tempo.

Parte 2

A Luz mantinha em si o mesmo desejo do primeiro, de ter a sua volta iguais, um desejo que a Escuridão não compartilhava, na verdade deseja ser a única divindade a governar e existir. Assim, aproveitando-se deste desejo, Escuridão desafiou Luz para criar uma vida que fosse eterna como eles, uma vida que pudesse existir e estar junto deles. Luz aceitou a proposta, gostando da idéia de ter mais uma divindade, mas Escuridão aproveitou a deixa, convencendo Luz que não deveria criar apenas um, mas várias e que estes pudessem se reproduzir sozinhos, como os demais seres vivos. Luz reuniu todo seu poder e criou então os Elfos, seres dotados de vida eterna. Cansado e maravilhado com sua obra, Luz sentou-se para descansar e conversar suas criações. Nesse momento Escuridão atacou Luz, que estava enfraquecido, e o destruiu como já havia secretamente planejado. A revolta se instaurou entre os Elfos, que atacaram imediatamente Escuridão, certo de sua vitória, não creditou aos Elfos chance de lhe vencer, mas o poder dado a eles por Luz foi muito maior que o previsto, enfraquecido pelo esforço em destruir Luz, Escuridão viu-se forçado a fugir para as sombras das florestas, antes que terminasse destruído também.

Os Elfos agruparam-se e com seus poderes e conhecimento herdados ergueram a primeira cidade da história antiga, Luminus, brilhante e majestosa. Escuridão viu que se quisesse governar teria de destruir os Elfos, pois se permitir logo eles alcançariam uma quantidade populacional que juntos seria capazes de destruí-lo. Assim, após descansar seis dias, Escuridão atacou novamente os Elfos, agora com todo seu poder restaurado. Vendo que não seriam capazes de sobrepujar Escuridão, todos os Elfos reuniram-se e abdicaram do poder dado por Luz, na tentativa de ressuscitar a entidade morta por Escuridão. O poder foi capaz de trazer Luz de volta a vida, mas este agora apenas com metade do antigo poder.

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A lenda das 10 estrelas de Hero

A LENDA DE HERO.

Segundo os manuscritos sagrados de uma página do livro de Aeternus. Aquele invocado pela nomenclatura do Arkamanom: Hehreon, foi o primeiro semideus nascido em terras mortais, dotado de um corpo perfeito e uma mente sadia, ele era adorado por todos, seu senso de justiça e iluminação faziam deste honorável ser, alguém que digno e nobre entre todos que já pisaram nesta terra finita.

Tomado pelo senso de bravura e altruísmo, Hehreon desceu até as profundezas em busca da chama da esperança, para assim trazer luz aos mortais em noites de trevas. Para trazer iluminação nos momentos negros em suas tão passageiras existências.

Quase que mortalmente ferido. Hehreon ressurge das profundezas trazendo a dadiva do fogo, atendendo o chamado trovejante de seu pai eterno ele é guiado por asas de chamas ardentes que o conduzem ao céus noturnos.

Numa explosão de incontáveis fragmentos cintilantes, ele tingiu a escura noite de brilhos esperançosos, que derrama sobre todos nós a dadiva da Bravura, sonho, altruísmo, compaixão, entrega, determinação, Paciência, Integridade, justiça e amor.

Hehreon ganhou seu reconhecimento entre os deuses, recebendo uma constelação de corpo celeste para representa-lo e guiar seus escolhidos. Todos que nascerem sobre sua estrela será abençoado pelas virtudes a ele impostas, estes demonstrarão seus feitos e serão reconhecidos como Heróis, os que descendem do brilho de Hehreon.

Costelação de hero

RPG for Newbies

O RPG for Newbies (ou apenas RPG4N) é um evento de RPG que vem sendo realizado desde 2011 com a intenção de apresentar jogos de interpretação (RPG) e jogos de tabuleiro a qualquer pessoa que tenha interesse em conhecer o hobby. O evento é aberto a qualquer pessoa interessada, não importando o nível de experiência. 🙂

“Genuinamente Brasileiro”
O Brasil é um grande consumidor de RPG: fóruns, grupos, mesas presenciais e online, eventos e tudo que envolve o hobby pode ser encontrado por todo país. Mas mais que consumidores, somos grandes CRIADORES de RPG; basta uma olhada rápida e é possível encontrar os mais diversos jogos feitos aqui, por brasileiros que se dedicam a não só consumir, mas fornecer sistemas, cenários e ideias onde podemos viver as mais diversas aventuras. Venha comemorar o mês da Independência do Brasil de um jeito diferente: com jogos de RPG Genuinamente Brasileiros!

Lista de Sugestões:
A bandeira do Elefante e da Arara
Tormenta
3d&t
Goddess Save the Queen
Veridiana
Karyu Densetsu
Mighty Blade
UED
Old Dragon
Nebula RPG
Épico RPG
Violentina

Aeternus RPQ

PS: Fiquem à vontade para trazer outros sistemas e cenários não citados aqui, são apenas ideias.

Para participar, basta comparecer ao local no dia e hora marcados. O evento tem ENTRADA FRANCA.

Para mestrar ou levar um boardgame é necessário preencher o formulário de inscrição disponível nesse link: http://goo.gl/forms/TpNIdF6jmq

ATÉ DIA 20/09/18.Temos um Manual do Mestre com várias dicas para narrar no evento: https://goo.gl/2jgUlm

Em caso de dúvidas durante o evento, é só procurar os organizadores e organizadoras e questionar o necessário.

O RPG for Newbies (RPG4N) é dedicado a prover uma experiência livre de assédio para todos, independente de gênero, identidade de gênero e expressão, orientação sexual, deficiência, aparência física, tamanho do corpo, raça, idade ou religião. Nós não toleramos nenhuma forma de assédio aos participantes. Participantes que violarem essas regras podem ser advertidos ou expulsos do evento, a critério dos organizadores. Nosso código de conduta pode ser encontrado aqui: https://goo.gl/TwtkwU

Resumo do evento
RPG for Newbies – 42ª Edição
“Genuinamente Brasileiro”
RPGs e boardgames
Dia 23 de Setembro de 2018, a partir das 14:00h
no Salão de Jogos da Nerdz
Rua Sarmento Leite, 641
Porto Alegre – RS

Realização: Grupo RPG4N
Apoio: Editora Coisinha Verde, Jambô Editora, Editora RetroPunk, RedBox Editora, Unza RPG, Solar Entretenimento, Lends Club.

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ARMADA DOS CONDENADOS

Era Moderna, 1236 D.O, Reino de Lisarb.

Relatório da Comandante Emillia, Líder da Armada dos condenados.

Hoje faz um mês que iniciamos nossa missão. Antes disso eu passei 5 meses como prisioneira do Reino de Lisarb, Um reino deplorável e corrupto, estaria lá até agora se um nobre não tive-se tramado um elaborado plano para tomar o poder deste reino. libertando os piores e mais perigosos inimigos da coroa, este nobre não só prometeu a liberdade a eles, como também titulo de nobreza a todos que ajudarem a derrubar o atual governo do reino. Devido a minha pouca idade e frágil constituição, não fui incluída no plano, mesmo assim consegui fugir junto com eles e durante a fuga tive oportunidade de mostrar meu valor em combate.

Por 3 dias fomos duramente caçados, não tivemos um só momento de descanso, cansados e feridos não podíamos nos afastar do reino. Conseguimos abrigo na casa de um velho amigo de Dalheim que estava liderando o bando.

Passamos 2 semanas nos recuperando e esperando a poeira baixar, durante este tempo Dalheim e Ruphos bolavam a melhor forma de atacar o reino e eliminar o atual rei de Lisarb. Mas para isso nos precisaríamos estar armados, muito bem armados. Demos inicio a pequenos furtos, dividimos o pequeno grupo em 3 partes, minha missão era manter os grupos constantemente informados, levando noticias sem fazer o uso de cartas, pois se eu fosse capturada com os planos, poderia botar em risco todo o bando.

Em Pouco tempo, já estávamos bem equipados, e nosso numero praticamente triplicou. pois a insatisfação do povo fez com que os mais desesperados se unissem a nos. principalmente aqueles que eram procurados pela guarda real. Já tínhamos um nome, éramos chamados pelo povo de Brigada dos Enforcados, pois esta seria a nossa sentença caso fôssemos capturados de novo.

A 3 dias atrás, Dalheim queria iniciar um ataque diretamente contra o castelo. usaríamos todos os 5 grupos para derrubar o rei. Era loucura, não estávamos pronto para um ataque direto. Dalheim era um ótimo líder mas péssimo estrategista. Aconselhei ele a mudar a forma de ataque pelo menos. Lógico que não me ouviu. Guerreiro orgulhoso como era, ao se ver liderando uma força armada de mais de 100 homens, acreditou que poderia tomar o reino com um confronto direto.

Como eu temia, fomos massacrados, Dalheim ignorou o fato de que o reino de Lisarb era protegido pela guarda Imperial. Graças ao meu conhecimento da região, consegui salvar quase 1/4 do bando. Estamos seguros agora. Dalheim ainda esta vivo assim como uma pequena parte do bando que foi capturada. Descobri a pouco, que a Rainha Elfa Bricilla esta executando 3 prisioneiros por dia. Dalheim, será o ultimo. Cada dia que passa 3 condenados são levados a forca.

Eu tenho um plano para salva-los. Se eu conseguir entregar algumas armas para estes condenados, eles podem lutar por si só. Eu tenho um plano perfeito. pretendo usar esta situação a meu favor. Todos do bando estão a meu favor, vamos libertar Dalheim e os outros e cometer Regicídio ao mesmo tempo.

A partir de agora não somos mais a Brigada dos enforcados. Somos todos condenados, somos todos: A Armada dos condenados.

 

Ass: Emillia, líder da Armada dos condenados

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A FLOR E A ESPADA

Não se sabe exatamente a época exata do acontecimento que criou esta lenda. Porem calcula-se que foi durante a Era Arkana, período em que as terras baixas alcançou o seu ápice populacional.

Flower Axel era a filha do meio de um casal de nobres, dotada de uma personalidade forte ainda muito jovem, seus pais resolveram investir em seus estudos. Com o recurso que tinham poderia mandar ela para o Reino de Simbius. Local que prosperava através do regime Magocrata. Flower deixou seu lar aos 4 anos. Para seguir uma caravana que seguia em direção a Simbius.

Foi nesta caravana que Flower fez amizade com Minetril, Filho mais velho do líder da caravana, Apesar de seu nome ter origem élfica ele era um humano do deserto que tinha tudo para seguir os passos de seu pai, porem enérgico mesmo com tão pouca idade. Minetril não demonstrava ter a intenção de ser guia de caravana, ele adorava ouvir as histórias dos guerreiros durante as noites. Imitava os golpes que via durante o dia e sempre falava que um dia seria um forte guerreiro.

Flower e Minetril se tornaram grandes amigos, tanto pela semelhança de idades quanto pela curiosidade que um despertava no outro. Flower admirava a simplicidade explosiva do garoto criativo, e Minetril ficava encantado com a determinação foco e inteligência da bela garota. Minetril apelidou ela de Flor pois achava mais fácil de pronunciar. Flower por outro lado chamava ele de Príncipe, pois era filho do líder da caravana. As outras crianças da caravana seguiam Flower e Minetril em suas brincadeiras, Flower contava histórias e lendas, enquanto Minetril inventava monstros e aventuras para eles lutarem usando espadas de madeira.

A viajem até o reino de Simbius durou quase 5 anos. A caravana tinha chegado a seu destino. Flower com 10 anos iria seguir o caminho das artes magicas, e com sorte seria uma aprendiz de um grande mago. Minetril com 12 anos iria acompanhar seu pai até as terras de Aeternus. Lá provavelmente ele seria aceito como guerreiro mercenário ou com muita esforço seria soldado de uma tropa real. Tudo indicava que suas aventuras juntos iria terminar ali. E de fato terminou.

30 anos se passaram. Minetril voltava ferido de um combate duro durante sua jornada, apesar do seu porte forte e robusto, o peso da idade já começava a se manifestar no seu desempenho combativo, sua velocidade e resistência já não eram mais a mesma, seus ferimentos estavam se acumulando mais rápidos do que ele mesmo poderia tratar, já estava na hora de abandonar a espada.

Durante a fria e solitária noite, alguém surgiu guiada pela luz de sua fogueira para se aquecer junto a ele. Os dois ficaram por um tempo sem entender direito o que estava acontecendo. Flower Axel agora uma respeitada maga de batalha, e Minetril era um temido cavaleiro. Mas neste exato momento os dois estavam completamente vulneráveis. Flower avia encontrado finalmente a pessoa que tinha influenciado o rumo de sua vida. E Minetril não podia acreditar que diante de seus olhos estava a menina que lhe ensinou que a vida era muito mais do que combates e glorias. Sem dizer uma palavra os dois se abraçaram, cada um deles pode sentir neste contato as experiências que viveram longe um do outro. Minetril então finalmente falou. “Oi Flor!” E Flower contendo suas lagrimas responde. “Oi meu Príncipe!”

A Lenda destes dois, começa agora!

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Carta de Hannika

Meu nome é Isa de Hannika, Duquesa Lich, Comandante dos Apóstolos. Preciso de um exército poderoso para abater a criatura que feriu o coração de meu amado senhor, e destruir aqueles que nos traíram.

Vindo das profundezas da eternidade, graças a Rainha da morte chamada Millonretel, Uma filha do Milênio que libertou Brabeus, o Oitavo Titã, que devido ao poder do sangue da lord vampira deu ao titã poderes para formar um forte exército, capaz de invadir a cidade de Quintya e tomar para si aquilo que eles prometeram e não cumpriram. LIBERDADE E IGUALDADE!!!

Porém Brabeus era um tirano, sua desumanidade despertou a ira e a fúria de seu general. Pois Brabeus ajudou Tiamat a roubar a noiva e filho do general Morpheus, Este mesmo conseguiu recuperar seu filho, e destruir Brabeus e sua rainha da morte. Mas Tiamat é poderosa demais. Lara, a noiva do General foi consumida por Tiamat. Em seu luto e dor, Morpheus embernou no gélido trono das ruinas de Valhalla.

Certa noite seu refúgio foi violado, inimigos roubaram para si, a espada rúnica da praga chamada Ex-Alexstrasza, aproveitando a oportunidade eles atacaram Morpheus, ele despertou enlouquecido de dor. Causando a morte de centenas de mortais. Emanando o karma da morte, ele é tomado pelo peso da vergonha de ter quebrado sua promessa a ordem imperial, ele passou seus poderes a mim. . . . E diante de meus olhos: O Rei Lich Morpheus Gladius, líder dos Apóstolos deixou de existir. . . . Os Death knights formados pela força da Praga, são selvagens e indignos. Devemos honrar a promessa de Morpheus e lutar para proteger a ordem imperial. Aquele que roubou a Ex-Alexstrasza domina todos os Death Knights da praga, Estas criaturas podem ser reconhecida pelo brilho verde crepitante de seus olhos. Seus poderes são semelhantes aos nossos, porem eles possuem a Trilha da praga. Trazendo a doença, peste e necrose.

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Poema a Brunhyld

“Bela eis este ser encantado

Rainha guerreira de cabelos dourados

Dona da vitória que vale lutar

Feliz em seus braços a quem for amar

Elfa selvagem, guerreira, maga vermelha,

Sua flecha emplumada mata feri é certeira

Donzela misteriosa, por onde andas agora?

Vencer esta batalha eu gostaria

Mil reinos por você eu tombaria

E por um beijo seu eu morreria”

 

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O Poema para Brunyld

MANNULF O ULTIMO TITÃ

Mannulf nasceu sobre as circunstância de um ritual arcano, devido a uma gravides de risco, os xamãs da tribo de I-mir tiveram que intervir. Foi assim que nasceu o filho de Mogmar, irmão do líder da tribo dos I-mir, o filho varão tocado pela bênção de Surtur (O gigante de fogo) e descendente da linhagem do clan Mothars, foi assim chamado de Mannulf, recebendo as runas do homem e do Lobo para formar seu nome.

Apesar de ser da linhagem pura dos meio-Orcs, Mannulf era um humano, sua mãe era uma guerreira da tribo dos desertos de Simbius, herdando assim o mesmo tom de pele negra dos humanos que vivem no deserto. Seus olhos por outro lado, apresentavam um brilho dourado, o mesmo brilho que somente um semideus apresenta quando vem a terra. Este brilho no olhar foi atribuído como uma marca de Surtur, por falar nisso, seus atributos físicos eram dignos de um gigante, mesmo quando pequeno, já apresentava ter a força de 5 homens, e a medida que ia crescendo, sua força aumentava cada vez mais.

Quando alcançou 16 anos, Mannulf já era um homem feito. Sustentava o porte físico de um Orc com a tonalidade de cor de um carvalho, seus olhos atentos como o de uma raposa demonstrava uma astúcia sem igual. Porem nem todo seu poder poderia prepara-lo para o que aconteceu durante uma viajem de peregrinação ao templo dos Baiseikodans. Durante a travessia do deserto de Simbius, sua caravana foi atacada por um gigante, todos que não morreram ficaram gravemente feridos, entre estes, estava Mannulf.

Os sobreviventes deste ataque, foram resgatados por mercadores escravagistas do deserto. Os membros da tribo de I-mir foram vendidos como escravos gladiadores para o Reino de Samur Inill. Como se era de esperar a brutal tribo dos I-mir, sempre se destacou em todas as lutas que participaram, principalmente o jovem Mannulf, que acabou fazendo um amigo dentro da arena, seu mentor Edgar. Mannulf nutria em Edgar a mesma admiração que tinha por seu pai, Edgar era um meio-Orc firme e decidido, em sua forma de vida não avia espaço para dúvidas e fraquezas.

Mannulf atraiu a atenção da jovem donzela princesa Allundrill, a elfa conseguiu se aproximar do gladiador depois que o mesmo conseguiu impedir um atentado contra a vida do rei durante as batalhas na arena, Mannulf e Allundrill mantiveram um romance escondido, até que o príncipe Strindall descobriu.

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O príncipe dos Bardos

Dados básicos: Nome: Saniel Cray Ravenwood

Profissão: Bardo e mercenário

Ambições: coração e admiração de todas mulheres e ver o fantástico para inspirar suas canções.

Armas: Alaúde (top++), karamblade (alma de um lorde demônio aprisionada dentro e condenada a servir mil heróis à cumprir seus destinos).

Arco de simetria atômica (adentra a vítima pela falha entre os átomos), na verdade apenas fura mesmo o coitado, mas a explicação científica e pomposa assusta mais.

Terceiro filho o Rei elfo Andarium Ravenwood, Saniel não tem intuito de assumir responsabilidades reais para com a corte, visto que nunca chegará a ocupar lugar de destaque como MAGESTADE, já que terceiro na linha sucessória é uma enorme distância e uma juventude inteira custaria em espera. Assim, ele parte para terras desconhecidas e ouve histórias de um guerreiro que foi capaz de derrotar sozinho num dragão e decide ir averiguar e compor uma canção em cima disto (história do Dragão Escarlate).

“canções criadas: Canção do ridículo, canção do paladino (seu sangue é mais forte que apenas isso), canção para a amada (uma chance para amar), canção de duelo (O meu é maior), canção do expurgo (vá e mate todos), canção raiar do sol (clérigo vs mortos vivos), Canção da tormenta (o mago para-raios), Canção Irada (estouro berserker), Canção solinho seu chato (mago de meia tigela mudo é você).

Por enquanto apenas Saniel conhece e usa estas canções. Isso faz com que ele seja conhecido como “o gênio da composição de canções bardas”.

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