A FLOR E A ESPADA

Não se sabe exatamente a época exata do acontecimento que criou esta lenda. Porem calcula-se que foi durante a Era Arkana, período em que as terras baixas alcançou o seu ápice populacional.

Flower Axel era a filha do meio de um casal de nobres, dotada de uma personalidade forte ainda muito jovem, seus pais resolveram investir em seus estudos. Com o recurso que tinham poderia mandar ela para o Reino de Simbius. Local que prosperava através do regime Magocrata. Flower deixou seu lar aos 4 anos. Para seguir uma caravana que seguia em direção a Simbius.

Foi nesta caravana que Flower fez amizade com Minetril, Filho mais velho do líder da caravana, Apesar de seu nome ter origem élfica ele era um humano do deserto que tinha tudo para seguir os passos de seu pai, porem enérgico mesmo com tão pouca idade. Minetril não demonstrava ter a intenção de ser guia de caravana, ele adorava ouvir as histórias dos guerreiros durante as noites. Imitava os golpes que via durante o dia e sempre falava que um dia seria um forte guerreiro.

Flower e Minetril se tornaram grandes amigos, tanto pela semelhança de idades quanto pela curiosidade que um despertava no outro. Flower admirava a simplicidade explosiva do garoto criativo, e Minetril ficava encantado com a determinação foco e inteligência da bela garota. Minetril apelidou ela de Flor pois achava mais fácil de pronunciar. Flower por outro lado chamava ele de Príncipe, pois era filho do líder da caravana. As outras crianças da caravana seguiam Flower e Minetril em suas brincadeiras, Flower contava histórias e lendas, enquanto Minetril inventava monstros e aventuras para eles lutarem usando espadas de madeira.

A viajem até o reino de Simbius durou quase 5 anos. A caravana tinha chegado a seu destino. Flower com 10 anos iria seguir o caminho das artes magicas, e com sorte seria uma aprendiz de um grande mago. Minetril com 12 anos iria acompanhar seu pai até as terras de Aeternus. Lá provavelmente ele seria aceito como guerreiro mercenário ou com muita esforço seria soldado de uma tropa real. Tudo indicava que suas aventuras juntos iria terminar ali. E de fato terminou.

30 anos se passaram. Minetril voltava ferido de um combate duro durante sua jornada, apesar do seu porte forte e robusto, o peso da idade já começava a se manifestar no seu desempenho combativo, sua velocidade e resistência já não eram mais a mesma, seus ferimentos estavam se acumulando mais rápidos do que ele mesmo poderia tratar, já estava na hora de abandonar a espada.

Durante a fria e solitária noite, alguém surgiu guiada pela luz de sua fogueira para se aquecer junto a ele. Os dois ficaram por um tempo sem entender direito o que estava acontecendo. Flower Axel agora uma respeitada maga de batalha, e Minetril era um temido cavaleiro. Mas neste exato momento os dois estavam completamente vulneráveis. Flower avia encontrado finalmente a pessoa que tinha influenciado o rumo de sua vida. E Minetril não podia acreditar que diante de seus olhos estava a menina que lhe ensinou que a vida era muito mais do que combates e glorias. Sem dizer uma palavra os dois se abraçaram, cada um deles pode sentir neste contato as experiências que viveram longe um do outro. Minetril então finalmente falou. “Oi Flor!” E Flower contendo suas lagrimas responde. “Oi meu Príncipe!”

A Lenda destes dois, começa agora!

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Carta de Hannika

Meu nome é Isa de Hannika, Duquesa Lich, Comandante dos Apóstolos. Preciso de um exército poderoso para abater a criatura que feriu o coração de meu amado senhor, e destruir aqueles que nos traíram.

Vindo das profundezas da eternidade, graças a Rainha da morte chamada Millonretel, Uma filha do Milênio que libertou Brabeus, o Oitavo Titã, que devido ao poder do sangue da lord vampira deu ao titã poderes para formar um forte exército, capaz de invadir a cidade de Quintya e tomar para si aquilo que eles prometeram e não cumpriram. LIBERDADE E IGUALDADE!!!

Porém Brabeus era um tirano, sua desumanidade despertou a ira e a fúria de seu general. Pois Brabeus ajudou Tiamat a roubar a noiva e filho do general Morpheus, Este mesmo conseguiu recuperar seu filho, e destruir Brabeus e sua rainha da morte. Mas Tiamat é poderosa demais. Lara, a noiva do General foi consumida por Tiamat. Em seu luto e dor, Morpheus embernou no gélido trono das ruinas de Valhalla.

Certa noite seu refúgio foi violado, inimigos roubaram para si, a espada rúnica da praga chamada Ex-Alexstrasza, aproveitando a oportunidade eles atacaram Morpheus, ele despertou enlouquecido de dor. Causando a morte de centenas de mortais. Emanando o karma da morte, ele é tomado pelo peso da vergonha de ter quebrado sua promessa a ordem imperial, ele passou seus poderes a mim. . . . E diante de meus olhos: O Rei Lich Morpheus Gladius, líder dos Apóstolos deixou de existir. . . . Os Death knights formados pela força da Praga, são selvagens e indignos. Devemos honrar a promessa de Morpheus e lutar para proteger a ordem imperial. Aquele que roubou a Ex-Alexstrasza domina todos os Death Knights da praga, Estas criaturas podem ser reconhecida pelo brilho verde crepitante de seus olhos. Seus poderes são semelhantes aos nossos, porem eles possuem a Trilha da praga. Trazendo a doença, peste e necrose.

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Poema a Brunhyld

“Bela eis este ser encantado

Rainha guerreira de cabelos dourados

Dona da vitória que vale lutar

Feliz em seus braços a quem for amar

Elfa selvagem, guerreira, maga vermelha,

Sua flecha emplumada mata feri é certeira

Donzela misteriosa, por onde andas agora?

Vencer esta batalha eu gostaria

Mil reinos por você eu tombaria

E por um beijo seu eu morreria”

 

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O Poema para Brunyld

MANNULF O ULTIMO TITÃ

Mannulf nasceu sobre as circunstância de um ritual arcano, devido a uma gravides de risco, os xamãs da tribo de I-mir tiveram que intervir. Foi assim que nasceu o filho de Mogmar, irmão do líder da tribo dos I-mir, o filho varão tocado pela bênção de Surtur (O gigante de fogo) e descendente da linhagem do clan Mothars, foi assim chamado de Mannulf, recebendo as runas do homem e do Lobo para formar seu nome.

Apesar de ser da linhagem pura dos meio-Orcs, Mannulf era um humano, sua mãe era uma guerreira da tribo dos desertos de Simbius, herdando assim o mesmo tom de pele negra dos humanos que vivem no deserto. Seus olhos por outro lado, apresentavam um brilho dourado, o mesmo brilho que somente um semideus apresenta quando vem a terra. Este brilho no olhar foi atribuído como uma marca de Surtur, por falar nisso, seus atributos físicos eram dignos de um gigante, mesmo quando pequeno, já apresentava ter a força de 5 homens, e a medida que ia crescendo, sua força aumentava cada vez mais.

Quando alcançou 16 anos, Mannulf já era um homem feito. Sustentava o porte físico de um Orc com a tonalidade de cor de um carvalho, seus olhos atentos como o de uma raposa demonstrava uma astúcia sem igual. Porem nem todo seu poder poderia prepara-lo para o que aconteceu durante uma viajem de peregrinação ao templo dos Baiseikodans. Durante a travessia do deserto de Simbius, sua caravana foi atacada por um gigante, todos que não morreram ficaram gravemente feridos, entre estes, estava Mannulf.

Os sobreviventes deste ataque, foram resgatados por mercadores escravagistas do deserto. Os membros da tribo de I-mir foram vendidos como escravos gladiadores para o Reino de Samur Inill. Como se era de esperar a brutal tribo dos I-mir, sempre se destacou em todas as lutas que participaram, principalmente o jovem Mannulf, que acabou fazendo um amigo dentro da arena, seu mentor Edgar. Mannulf nutria em Edgar a mesma admiração que tinha por seu pai, Edgar era um meio-Orc firme e decidido, em sua forma de vida não avia espaço para dúvidas e fraquezas.

Mannulf atraiu a atenção da jovem donzela princesa Allundrill, a elfa conseguiu se aproximar do gladiador depois que o mesmo conseguiu impedir um atentado contra a vida do rei durante as batalhas na arena, Mannulf e Allundrill mantiveram um romance escondido, até que o príncipe Strindall descobriu.

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O príncipe dos Bardos

Dados básicos: Nome: Saniel Cray Ravenwood

Profissão: Bardo e mercenário

Ambições: coração e admiração de todas mulheres e ver o fantástico para inspirar suas canções.

Armas: Alaúde (top++), karamblade (alma de um lorde demônio aprisionada dentro e condenada a servir mil heróis à cumprir seus destinos).

Arco de simetria atômica (adentra a vítima pela falha entre os átomos), na verdade apenas fura mesmo o coitado, mas a explicação científica e pomposa assusta mais.

Terceiro filho o Rei elfo Andarium Ravenwood, Saniel não tem intuito de assumir responsabilidades reais para com a corte, visto que nunca chegará a ocupar lugar de destaque como MAGESTADE, já que terceiro na linha sucessória é uma enorme distância e uma juventude inteira custaria em espera. Assim, ele parte para terras desconhecidas e ouve histórias de um guerreiro que foi capaz de derrotar sozinho num dragão e decide ir averiguar e compor uma canção em cima disto (história do Dragão Escarlate).

“canções criadas: Canção do ridículo, canção do paladino (seu sangue é mais forte que apenas isso), canção para a amada (uma chance para amar), canção de duelo (O meu é maior), canção do expurgo (vá e mate todos), canção raiar do sol (clérigo vs mortos vivos), Canção da tormenta (o mago para-raios), Canção Irada (estouro berserker), Canção solinho seu chato (mago de meia tigela mudo é você).

Por enquanto apenas Saniel conhece e usa estas canções. Isso faz com que ele seja conhecido como “o gênio da composição de canções bardas”.

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A historia do semideus da Luz

A Luz Eterna

Um dia procurei encontrar por meus pais, as lendas em torno deles e o porquê deles não me procurarem. Por anos pesquisando em templos esquecidos e lendas em livros antigos e empoeirados de bibliotecas pouco visitadas, descobri que minha busca estava fadada ao fracasso. Isso até me tornar um Paladino da elite da Luz e descobrir a verdade sobre um elfo que começou sua jornada ainda jovem sem conhecimentos sequer sobre religião. Em livros ilustrados e com pessoas muito velhas e sábias, descobri finalmente o passado daquele que por muito tempo não acreditei existir, meu pai. Aphros Mallakron, o elfo paladino nascido em Balmor treinou com paladinos diversos até aprender tudo o que sabiam, mas para ele sempre faltava algo. No início ele participava de um grupo que caçava por aventuras e dinheiro. Mas assim que Aphros percebeu o lado maligno e de caos que havia surgido em alguns de seus colegas na busca por poder, ele fundou o Clã Mallakron e se tornou um paladino determinado a enfrentar todo o mal possível. Mas o paladino não sabia que seu primeiro inimigo não era uma criatura, mas sim, seu medo. Quando viu uma criança agarrada em uma árvore durante uma tempestade de ventos arrasadores e uma chuva intensa, um tornado se formou atrás da árvore. Com um pingo de dúvida sobre salvar a criança ou se salvar, ele juntou sua fé, chamou por Kasarim, a grandiosa Titã dos ventos, por quem era devoto, e correu fervorosamente na direção do pequeno humano que apertava o galho com força na esperança de permanecer ali, sem voar pelos ares. Aphros Mallakron não era forte, mas era regido por uma sobrenatural força de vontade, e, a usando ele abraçou o garoto e firmou-se na árvore. O tornado passou por por eles e arrancou a árvore do solo arremessando-os para longe. Ele viu uma silhueta que em pleno ar os acompanhou, mas pela confusão de ventos, chuva e movimento pelo arremesso ele não conseguiu discernir quem ou o que era. Horas depois ele acordou desmaiado ao lado do garoto, os dois muito feridos. Usou sua fé para curar a criança e neste momento ele percebeu o quanto precisaria ser forte para enfrentar qualquer coisa para salvar as pessoas que precisassem da sua ajuda. Nas suas buscas por conhecimento, poder e querendo proteger o máximo de pessoas que lutavam contra as trevas, ele teve que fazer amizades temporárias com alguns que jurou destruir, pois buscavam por derrotar criaturas semelhantes. Porém, Aphros aprendeu que necessitava de inimigos vivos.
Poupou vários deles para manter o que ele chamava de “equilíbrio”, nunca consegui entender o porquê disso! Com o tempo, buscando financiar seus estudos e espalhar seu conhecimento, escolheu a cidade de Angra para criar uma loja que por muito tempo foi administrada por ele mesmo, com materiais que ele criou ou encontrou em suas aventuras. Mas após anos, sua loja se tornou um museu por conter uma rica história por de trás daqueles artefatos lá guardados. E foi neste museu que encontrei o que havia duvidado ser possível, chifres de unicórnio e ossos de dragões de várias espécies. Com esses materiais ele forjou as espadas gêmeas que destruíam todas as criaturas malignas que ousassem cruzar seu caminho. Uma pessoa normal não poderia usar seu potencial já que apenas seu dono conseguia fazê-lo. Um dia gostaria de saber onde estão essas espadas. Em falar nessas espadas, ele pode ter escondido elas junto de seu reino escondido. Um dia ele se apaixonou por uma meia-dragão chamada Hikari. Por terem pensamentos em comum, fundaram a misteriosa cidade de Dormakhester. Protegida por uma série de labirintos em meio à uma floresta densa, seu acesso era apenas possível pelo ar. Nos poucos livros que citaram Dormakhester pude notar a beleza que havia lá. Haviam guardas montados em brilhantes e nunca vistos Dragões Celestiais. Uma espécie que apenas ali vivia. A cidade era harmoniosa e autossuficiente, mas como nada é perfeito, os minotauros e centauros da região entraram em guerra contra a cidade alegando invasão de território. Seja como for, a cidade sofreu baixas algumas vezes pois os minotauros, principalmente, conheciam a floresta densa como jamais um elfo da guarda conheceu. Dormakhester ainda permanece uma incógnita para muitos estudiosos, pois sua localização nunca foi revelada, apesar dos boatos de pessoas a terem visitaram. Nada comprovado. Em sua jornada, Aphros encontrou um templo onde sua fé foi testada e Kasarim finalmente apareceu e conversou com ele. O paladino descobriu que a Titã havia aparecido várias vezes durante a vida dele e que ele havia sido protegido por ela, inclusive salvando ele e a criança do tornado. Ela observou por anos até descobrir que ele deveria ter desafios maiores e que seu fiel paladino buscasse por reputação espalhando o nome da Titã por onde fosse. Ela o concedeu uma benção que poderia ser também o fim da vida normal de Aphros e Hikari. As missões por Kasarim lhe tomaram muito tempo e a última foi justamente derrotar Tiamat! Hikari e Aphros se juntaram e derrotaram em uma batalha épica o dragão que se julgava impossível derrotar. Porém, Hikari
foi gravemente ferida e morreu após a batalha. Ela se desfez como mágica no ar lentamente. A fúria do elfo foi diminuída ao chegar a Dormakhester quando soube que sua amada havia lhe deixado um filho pouco antes de sair para a batalha. Como ele não estava na cidade quando ela saiu, ele não poderia esperar tal surpresa. Em um certo dia, Aphros deixou a cidade e nunca mais retornou, a cidade sumiu de qualquer história e o paradeiro de seu filho se tornou desconhecido. Sabe-se que ele teve um encontro com Órion, o Titã da luz, que notando os feitos do paladino e seus esforços para derrotar as trevas, deu-lhe de bom grado a chance de se tornar um ser mais próximo deles, para combater com mais eficácia o mal que se alastrava e crescia em um lugar divino. Porém, inesperadamente o paladino negou gentilmente o convite. Aphros julgava necessária sua presença ali, com os mortais. Cresci escutando lendas sobre o elfo paladino da Elite da Luz que se tornou um semideus, que todas as criaturas malignas que se aproximassem do templo que ele criou nas nuvens eram destruídas por simplesmente se aproximarem. Havia uma magia imbatível que destruía os seres das trevas mais poderosos que tivessem a coragem de enfrentar o semideus. Por conta de nenhum ser vivo tê-lo visto, pois sua presença transbordava em uma luz cegante, ficou conhecido como Aphros, O Semideus da Luz. Ainda hoje há os que seguem os ensinamentos dele, e, por isso, lidero um grupo usando também o nome Mallakron, somos guiados diretamente pelo semideus, meu pai. Ele me levou a Lungra e lá cresci sem saber da verdade que agora conheço, sei que estará nos guiando, mesmo que ele prefira não se revelar. Por isso tenho que desvendar sua história e… a minha.

Kaliel, Elfo Alado Fênix Inquisitor da Elite da Luz Líder do Clã Mallakron

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A Lenda de Motaro

Este relato foi encontrado junto as ruínas da tribo dos Mothars. Conto escrito em pedra, que provavelmente conta o inicio da historia do lendário Orc que deu origem a raça dos Meio-Orcs.

” Nascido no interior de um vulcão parido num veio de lava corrente, Motaro cresceu um orc puro de sangue que foi abençoado por Surtur o Gigante de fogo. Por toda sua vida vagou pelo ermo em busca de algo que fizesse sentido para sua vida, lutou em diversas legiões, mas a que mais se destacou foi a Brigada Branca. Carrega nos ombros o peso de várias mortes, Sempre buscando um novo sentido para seu eu….”

Nem todas as pedras foram traduzidas, algumas estão desgastadas de mais para transmitir algum conhecimento sobre este Orc que enfrentou e ganhou o respeito de um dos 7 titãs.

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Imortais e Escarlates

Raros temidos e imortais, as criaturas escarlates são identificadas por dois fatores únicos. a marcante coloração vermelha escarlate e sua incrível capacidade de recuperação. tornando-os quase que praticamente imortais. Existe dois relatos de seres escarlates reconhecidos nas terras de Aeternus, vem do Dragão Escarlate das terras altas de Astaroth e JedanDuble o Titã regente do caos.

O Dragão Escarlate foi uma criatura dracodemoniaca, possuindo assim características draconicas e demoniacas, porem desprovida de seus defeitos. Toda vez que recebia um ataque fatal, regenerava em poucos segundos todos os ferimentos sofridos. Era o último conhecedor do encantamento “Encarnação.” Lutou ao lado de outro Dracodemon chamado Valkmor, ajudando ele a conquistar toda Terra-alta. com o aprisionamento de Valkomor o Dragão Escarlate assume a posse do continente. Teve seu fim nas mãos do aventureiro Ben Ank, que tomou o trono dos dois Herdeiros do Dragão, Draco e Luka.

JedanDuble era um príncipe elfo do antigo reino de Antares, possuía pele vermelha e cabelos brancos, seus olhos tinham a cor e um leve brilho prata, foi caçado como Aberração e cresceu violento sempre lutando de forma agressiva, nutrindo um ódio enorme pela raça dos elfos que descriminava na época toda e qualquer criatura diferente deles. JedanDuble participou e liderou muitas guerras importantes, A guerra dos seis povos, a queda do reino de Antares e a guerra contra os 15 reis do mundo. JedanDuble foi o primeiro titã a criar seu coração de Aeternus (Rubi) podendo assim dividir sua imortalidade com sua escrava Evanenc.

Teorias criadas através do estudo de relatos históricos, dizem que seres escarlates surgem com a união de uma criatura mortal com um ser extra-planar (seja divino ou demoníaco). Visto que ambas as criaturas existiram na mesma época, acredita-se que os dois foram criados pela mesma entidade, pois apresentavam as mesmas características apesar da diferença racial.

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A Capital de Aeternus

Localizado no que dizem ser o centro do mundo único, O reino do Splendor é tão vasto e grande que abriga dentro de si, o lago Ionad que se formou do local onde existia a lendária árvore yggdrasil, O reino tem extensão total igual a 9 reinos, Cercada por muros altos e largos o suficiente para conter o ataque de inúmeros gigantes, inúmeras balestras carregadas com arpões poderosos suficientes para abater vários dragões. Suas ruas largas de tijolos feitos de pedra vulcânica, permitem o transito de duas carruagens em sentido contrário sem atrapalhar o fluxo de passageiros pedestres. As vias principais tem o dobro do tamanho, a Praça da união dourada, ostenta um pilar central onde a primeira imperatriz Fassa, tem uma enorme estátua erguendo orgulhosa sua lança Zefiros, em relevo no pilar, imagens dos heróis que ajudaram a Imperatriz Fassa em sua ascensão ao trono imperial.

O Reino todo foi planejado por engenheiros anões, decorado por artesões elfos, levantados por mãos humanas e de meio-Orcs, Elfos Negros e Meio-Dragões deram suporte mágico em alguns aspectos do reino. O reino tem construções de mais de 5 andares, agua encanada para cada construção, iluminação noturna através de cristais de luz, sistema de saneamento básico em todos estabelecimentos, comercio livre e fixo dentro do reino, guildas que prestam suporte e treinamento a diversas classes de aventureiros, Parques e jardins com solo tão fértil que apresenta diversas espécies de plantas e flores, pequenos lagos naturais e alguns artificiais correm pelo reino com diversos peixes coloridos.

O castelo do imperador possui 9 andares, para chegar até o salão principal é preciso passar por longas escadarias que levam até uma guarnição, somando o total de 12 guarnições, cada uma dela liderada por um capitão imperial. No interior do castelo está plantada a Arvore Imperial.

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